João Lourenço e seu fiel escudeiro, Fernando Garcia Miala, parecem ter encontrado no lawfare a arma perfeita para seu projecto de poder. Depois de inúmeras tentativas de perseguição política, o chamado "Plano de Combate até à Exaustão" contra Adalberto Costa Júnior, líder da UNITA, ganha novos capítulos. Desta vez, o alvo não é apenas o homem, mas a própria democracia angolana, que agoniza sob o peso de um governo que confunde Estado com quintal privado.
Em 2021, o mundo assistiu ao uso descarado do sistema judicial para anular o congresso que elegeu democraticamente Adalberto Costa Júnior. Agora, a estratégia se repete, mas com uma dose extra de cinismo. Dizem que a insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes. No entanto, para João Lourenço e Miala, a insanidade parece ser um método de governo.
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No ápice do delírio, orientaram tribunais a congelar as contas bancárias da UNITA, numa clara tentativa de asfixiar financeiramente o maior partido de oposição. O SINSE, órgãos de comunicação, jornalistas, fazedores de opinião e até militantes da UNITA confusos foram mobilizados numa campanha que mais parece uma caça às bruxas. Tudo em nome do combate a Adalberto Costa Júnior, um adversário que, ao que parece, tira o sono do presidente e seus aliados.
João Lourenço, Miala, José Tavares, Norberto Garcia e David Mendes gastaram milhões e milhões de kwanzas e dólares numa briga inútil, desnecessária e vã. Enquanto isso, Angola enfrenta problemas reais: a corrupção corrói as instituições, a fome e a pobreza assolam milhões, a cólera avança dizimando centenas de Angolanos por dia, o contrabando de combustível drena os cofres públicos, e a fuga de cérebros deixa o país cada vez mais pobre em talentos e perspectivas.
Angola é, em tese, um Estado democrático e de direito. Mas, na prática, o MPLA transformou a República num quintal do "pai mimoso", onde impera a mão pesada de Miala. Nos últimos anos, o governo recorreu a leis draconianas, métodos salazaristas e práticas estalinistas para silenciar adversários políticos. O lawfare tornou-se a ferramenta preferida, usada sem pudor contra Adalberto Costa Júnior e Liberty Chiyaka, líder da Bancada Parlamentar da UNITA.
A governação de João Lourenço caminha para seus últimos dias, mas o legado que deixa é marcado por fracassos sucessivos. A corrupção, que prometeu combater, continua a ser o câncer que devora o país. A fome e a pobreza são realidades diárias para milhões de angolanos. A cólera e outras crises sanitárias expõem a fragilidade do sistema de saúde. O contrabando de combustível e a fuga de cérebros são sintomas de um Estado que perdeu o rumo.
Enquanto isso, o governo gasta energia e recursos numa perseguição política que só serve para alimentar o próprio ego de seus líderes. O combate até à exaustão não é contra a corrupção ou a pobreza, mas contra a oposição. E, nesse processo, a democracia angolana é a maior vítima.
João Lourenço e Miala podem acreditar que estão no controle, mas a história os julgará pelo que fizeram – ou deixaram de fazer – por Angola. E, quando esse dia chegar, não haverá lawfare que os salve.
Hitler Samussuku
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