Segundo apuramos, após o activista cívico e docente universitário Jerónimo Nsisa ter denunciado numa live na sua página do Facebook sobre o esquema de corrupção , tráfico de influência e abuso de poder envolvendo o governador provincial do Zaíre, Sr Adriano Mendes de Carvalho e o secretário do governo Sr Hernâni de Azevedo, no dia 17 do corrente mês recebeu um telefonema do seu advogado habitualmente residente no Zaíre o Dr Lussevikueno que também recebeu a ligação do instrutor do SIC o Sr Elias Moisés Miguel dizendo que deslocaram-se do Zaíre para Luanda e estavam a sua espera no SIC Cacuaco pra prestar depoimento como declarante, entretanto o activista respondeu que não podia fazer-se presente porque não havia recebido a notificação para o feito .
Ainda na circunstância o activista questionou o Dr Lussevikueno Luvumbo se de facto estava a par da situação, o mesmo disse ao telefone que aquando do contacto do diretor-adjunto do SIC , Sr Serafim João coelho disse-lhe que não podia litigar o processo e nem assumir o ônus da recepção da modificação porque estava com infelicidade da morte da irmã e não estava no mérito do mesmo, mas que contactassem o cidadão Jerónimo Nsisa tendo por gentileza fornecido os contactos telefônicos aos mesmos .
Horas depois o Dr Lussevikueno Luvumbo voltou a contactar o activista informando que os agentes do SIC que deslocaram-se a Luanda para a audição têm dificuldades de o contactar , entretanto o Jerónimo Nsisa pediu o contacto do Director-adjunto do SIC-ZAIRE e estabeleceram a comunicação que resultou no envio da notificação via WhatsApp.
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Após uma reunião com os seus advogados em Luanda, constataram que na notificação não constava o número do processo e nem o crime pelo qual se constituía como declarante, mas apenas deveria apresentar-se no departamento de crimes contra-pessoas pelas 10h no dia 18/07/2023. Ora, como o Director-Adjunto do SIC-ZAIRE acima
referenciado incumbiu a responsabilidade de continuar a comunicação com o instrutor Elias Moisés Miguel, então começou a conversa com mesmo via WhatsApp que afirmou que a notificação afinal não é para responder sobre crimes contra-pessoas mas pela denúncia feita nas redes sociais sobre corrupção no governo provincial do Zaíre . Nesta senda surgiu a inquietação e os questionamentos seguintes:
a) Se a audição é pra declarar sobre a denúncia pública então porque não há o número do processo e responder no departamento dos crimes contra-pessoas ?
b) Se é para responder neste departamento constante na notificação, quem é o queixoso?
c) Se a live feita nas redes sociais foi uma denúncia pública o detentor da ação penal pública não seria a PGR ? Então porque o SIC?
Após às questões acima, o instrutor Elias Miguel informou que na verdade não é para responder sobre o crime contra-pessoas , mas sobre a denúncia pública feita nas redes sociais em que estão indiciados o governador Adriano Mendes de Carvalho e o secretário do governo provincial do Zaíre Hernâni Azevedo .
Feita a afirmação acima, questionamos novamente ao mesmo o seguinte:
Como se pode notificar um cidadão sobre um crime/processo e construí-lo como declarante noutro ?
O instrutor garantiu que não se preocupe, mas antes da audição poder-se-ia abordar sobre o assunto, entretanto os representantes do activista sugeriram que a questão de instrução processual não pode estar no âmbito , mas deve haver clareza e notificar-se o cidadão pelo crime de que é declarante ou arguido . Portanto , por conta desta pressão o instrutor enviou o número do processo e o crime pelo qual o activista Cívico foi constituído como declarante.
Face a isso, os representantes exigiram que o SIC-ZAIRE fizesse as devidas alterações e conformar a notificação com base a denúncia pública e o activista cívico ser ouvido como declarante, no entanto no dia 19 do mês corrente pelas 8h30 o instrutor Elias Moisés Miguel enviou uma outra notificação com o número do processo e pra prestar depoimento como declarante no departamento de combate a crimes financeiros e fuscais no SIC-geral Luanda e não como constava na notificação anterior que era uma armadilha do sistema a fim de colocá-lo na cadeia por ser um dos activistas mediático que muito luta pelo desenvolvimento da sua província natal ( Zaíre ) e principalmente por Angola .
O activista Jerónimo Nsisa conhecendo bem as manigâncias do sistema , trabalho pouco ético e patriótico do SIC ao serviço dos corruptos e desgovernantes recorreu ao ao escritório dos advogados e ao observatório pra coesão social e justiça do Dr Zola Bambi com o objetivo de garantir o amparo jurídico para os passos subsequente do processo.
Por razões de ordem diversa, a audição que estava marcada para dia 19/07/2023, ficou adiada para segunda-feira, dia 24 , mas foi notável a tranquilidade do activista e os seus advogados que garantem colaborar com os órgãos de justiça no que for possível pra que o processo corra segundo os trâmites legais .
Uma nota ainda que vale sublinhar é a predisposição dos deputados do ciclo provincial do Zaíre nomeadamente o Dr Tanda e o Dr Mbalu em acompanhar o processo , porque afirmam que após terem convidado o activista Jerónimo Nsisa pra uma audição e recebido a matéria probatória da denúncia algures de Luanda no dia 17 do corrente mês, a situação é deveras preocupante e é de interessante do povo do Zaíre porque com estes esquemas a província perde milhões e milhões que serviriam para o desenvolvimento local .
Ainda o ativista Nsisa teve o apoio incondicional do seu homólogo actvista Dito Dali que também é mediático e ex- preso do problematico processo ou caso denominado 15+2 que marcou a ditadura estadista em Angola durante 38 anos .
No final deixamos algumas perguntas aos leitores pra reflexão:
a) Mas se o instrutor do SIC-Zaíre já tinha o número do processo e o crime que o activista Jerónimo Nsisa prestaria depoimento como declarante porque não constou na notificação?
b) Se era pra prestar declarações sobre crimes financeiros e fiscais porque na notificação convocam-no para prestar depoimento no departamento de crimes contra-pessoas?
C) Se as empresas ligadas ao governador e o secretário do governo denunciadas pelo activista Jerónimo Nsisa que saqueam os milhões na província sem prestar serviços e nem passaram no concurso público nomeadamente a YUNIF 300 LDA, BRAMOV, PSTEC, FAREAWELL e FORTES -Comércio e serviços LDA operaram localmente não era mais fácil consultar o relatório das ordens de saque pagas e os movimentos das contas bancárias no BAI, BIC e etc ao invés de deslocar homens do SIC-Zaíre pra Luanda para ouvir as declarações do activistas e ainda com notificação da malandragem?
Este processo está viciado ou não ?
Nós assumimos o compromisso de estar a par deste processo nos dias subsequentes.
Lil Pasta News, nós não informamos, nós somos a informação
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