Domingos Pinto Azevedo foi proposto para o cargo em Março passado, quando Manuel Pereira da Silva “Manico” dava sinais de ter como prioridade o controlo das finanças da CNE. Na altura, recuou e aguardou pelo momento certo para nomeação do sobrinho. Enquanto fazia o compasso de espera, “Manico” indicou o chefe do departamento das finanças, Daniel Faria para que acumulasse também com as funções de director “interino” de administração e finanças e gestão de pessoal, até que as águas baixassem.
Aproveitando o clima menos tenso que o país, observa, Manuel Pereira da Silva “Manico” nomeou finalmente o seu sobrinho para controlar as finanças da CNE. O acto de tomada de posse aconteceu recentemente numa restrita cerimonia na presença de quatro pessoas.
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Em épocas eleitorais a CNE conta com um orçamento perto de meio bilhão de dólares. Nas eleições de 2008 o orçamento foi de USD 927,5 milhões, nas de 2012, de USD 653 milhões, e em 2017, de USD 796 milhões. Tais quantias tem provocado cobiça em meios políticos levando que em fevereiro de 2019, uma corrente ligada a Rui Ferreira que lançou “Manico” para a Presidência da CNE.
Como responsável que serviu por 14 anos a comissão provincial eleitoral, Manuel Pereira da Silva “Manico” passou a ter domínio acentuado das questões dos contratos da CNE, por intermédio de um informante Gilberto Saldanha Afonso Neto colocado no gabinete da Presidência desta instituição.
Saiba mais sobre este assunto, clicando neste link https://youtu.be/2E5c4IC3OJQ
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